domingo, setembro 13, 2009

Jazz Minde

Boa noite pessoal,


Tenho ouvido algumas criticas em comentários, e até estive para escrever uma resposta aos vários comentários, mas preferi fazer um post.



Tal como na altura de criticar a dizer mal, agora tenho a obrigação de criticar positivamente esta nova gestão do jazz Minde, dizendo que esta, teve a ardua missão de resolver algumas dividas que ainda haviam do ano anterior.
Sou insuspeito de apoiar o jazz Minde, porque tal como em outras ocasiões, em Minde já fui mal interpretado e, posso dizer, mal tratado.

Houve uma altura que jamais pensaria abandonar uma instituição minderica da qual tinha orgulho em pertencer, mas quase que fui obrigado a abandonar, sendo que ajudei mais tarde sempre que pude e fui solicitado (vocs sabem do que eu estou a falar).

Voltando ao Jazz Minde, disse há dois anos, que jamais ajudaria o mesmo, mas ao fim ao cabo, reconheço, que é o maior acontecimento cultural em Minde.

Tenho algumas ideias para o Jazz Minde ser um sucesso, que não guardo para mim, mas que podem ser estudadas por vocês.

Por exemplo:

- Faze-lo numa data mais quente! isto para podermos faze-lo na mata, tipo festival de verão, mas temático, com um patrocinio de umas das grandes cervejeiras. Não é impossivel, sabem onde fica a Ilha do Ermal? pois bem, Minde é bem mais bem situado!
- Sei que numa altura mais quente as bandas são mais caras, mas se as receitas forem maiores, as coisas diluem-se.
- Tenho o numero de telemovel de um grande guitarrista que pode dar o mote para, por exemplo durante o dia, na vila de Minde, haver musica de rua, quem sabe animação cultural de rua nem sempre com musica, talvez a "Boca de Cena" entrasse na coisa, e ensaiasse um teatro de rua, ou talvez no recinto, tipo à tarde!
- Não tenho a pretensão de que o Jazz Minde seja um sudoeste, obviamente, nem o genero de musica é de massas, mas que se pode fazer melhor, pode.

Ficam algumas ideias!

Com isto não quero que fiquem a pensar que me estou a candidatar seja aquilo que for, quer sim deixar um testemunho de que esta nova direcção está empenhada em fazer melhor, e fazer bem. E quem faz bem e melhor só pode ter a minha humilde ajuda, se assim o pretenderem.

Viva Minde

19 comentários:

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Kate Moch disse...

Peço imensa desculpa mas retirei o comentário anterior. Não é meu hábito, vocês sabem disso. Gosto que haja liberdade de expressão e a diferença de opiniões é que enriquece uma democracia. Mas sinceramente já não há pachorra para estes anónimos que SÓ cortam. Não se identificam, não fazem nada, não incentivam qualquer iniciativa e desmoralizam quem tem ideias e opiniões construtivas. Por isso meus senhores, com todo o respeito, vão meter veneno anonimamente no "raicusparta".

Zé Cueca disse...

EU VI disse...
Esse gajo que se diz industrial deve é andar com muita dor de corno no cú e todo acagaçado porque se calhar vai perder o tacho.
Estava na assembleia dos bonbeiros quando alguém do Jazz entregou à frente do teu chefe azevedo 600 contos. Não vi foi os bombeiros explicarem para onde foram, essa massa e outras.
E vi o padre albino mostrar um cheque na missa de 600 euros do jazzminde para o telhado da capela.
Também tenho visto a banda a facturar umas coroas a explorar o bar do jazz. Isto foi só o que vi, e pelos visto não vi tudo.

FORÇA MALTA DO JAZZ QUE ESTES AMIGOS DO VARREDOR QUEREM É DESTRUIR TUDO O QUE DE BOM SE FAZ EM MINDE.

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Pois é, e o mentiroso sou eu

Anónimo disse...

quem fala asim não é gago.
parabens.

Anónimo disse...

O ricardini anda atraz do taxo

Anónimo disse...

Ricardini
és um lírico!!!
Desculpa que te diga. Parece que queres mudar o mundo. Tudo utópico o que disseste. São sugestões mais próprias de adolescentes que acordam cheios de ideias.
O Minde Jazz está bem como está só se tem que dar uma outra dimensão. Jazz na mata????.... Ana Sonsa com uma melhoria substancial na acústica e um programa mais rico (atenção que não estou a dizer que os anteriores foram mediocres, antes pelo contrário)... mais publicidade isso sim.
Quanto às discussões em volta dos dinheiros??...que tristeza!! Eu quando vejo um espectáculo e fico satisfeito que me interessa para onde vão as receitas. Há custos e há o esforço da organização. Quando vou ao teatro a Minde sei que a Direcção precisa de dinheiro para fazer face às despesas de manutenção da sala... Aqui sim é triste saber que a Câmara não cumpre as suas obrigações... Quanto a estas tricas de saber para onde vai o dinheiro?? e se há jantares? porque não?... é à mesa que se discutem e solucionam problemas e se fazem grandes negócios. Nunca participei em nenhum jantar mas não sou contra. Volto a lembrar que esta desunião minderica em nada favorece a Vila. Queria escrever mais mas já não me apetece...voltarei.
Um abraço e um beijo à Kate.

ALICE COOPER

Anónimo disse...

só duas coisas.
Nunca participei em jantares deste tipo, ou seja de discussão da organização de qualquer evento com dinheiro disponibilizado à priori para essa organização... jantares à posteriori sim, de reconhecimento pelo esforço feito, enfim de agradecimento pela disponibilidade das pessoas em participar sem contrapartidas financeira, isso aí já participei. Não sou contra uns nem outros.
a contrapartida para os espectadores já foi dada...viram o espectáculo e só esperamos quando fazemos qualquer coisa que as pessoas saiam satisfeitas com o espctáculo.
a segunda coisa é a última frase...eu queria escrever????....se queria podia escrever... não é isso é que não me apetece e tenho de ir fazer o almoço.

ALICE COOPER

Yhasz disse...

A ideia nem me parece descabida de toda!

Resolvendo alguns problemas logísticos (energia, água, saneamento, etc.) penso que tudo se conseguia....

O apoio de uma grande cervejeira neste caso seria essencial!

Parece-me muito bem o enquadramento da Cultura com a Natureza e o Ambiente, e condições para isso Minde tem de excelência!

Acho que sim!

Anónimo disse...

Enquanto o feijão está ao lume vim aqui e encontro mais um(uma) lírico(a).
Resolvido só o problema da água, energia, saneamento etc...
ehehehehe....ou seja TUDO!!!!

ALICE COOPER

Anónimo disse...

Lirico é pensar que o Ana Sonça terá algum dia condições acústicas decentes!!!

Anónimo disse...

lÍRICOS OU não, é com ideias destas que Minde anda para a frente e que as grandes coisas acontecem.

Anónimo disse...

Pronto tou ca neura!!!

este anónimo não percebe nada de acústica e manda bitaites... Se há que fazer investimento não é na mata... é dotar o Ana Sonsa de melhorias acústicas.. um tecto falso ou outra mudança. É para isso que existem técnicos. Please don´t fuk me!! Jazz na mata???
o festival de Jazz de Cascais era num pavilhão com características iguais ao Ana Sonsa só com diferenças a nível de acústica.
Olha já não escrevo mais se não dá-me tenho uma congestão... e o feijão provoca-me gases.

ALICE COOPER

Anónimo disse...

é o que eu digo tou ca neura!!!
Depois acontece escrever em português próprio das ilhas berlengas.
errata:
Olha já escrevo mais senão tenho uma congestão... e o feijão que comi ao almoço provoca-me gases!

ALICE COOPER

Anónimo disse...

errata de errata:
olha já não escrevo mais...

isso é o que alguns queriam mas voltarei até que o teclado me faça doer.

ALICE COOPER

Anónimo disse...

alice cooper
escreva menos e faça mais.
um abraço

Anónimo disse...

ó anónimo, fazer mais?
ainda mais do que aquilo que faço por Minde?...se soubesses quem eu sou até me pedias desculpa de joelhos... um abraço, ah!!! e já agora escrevo sempre que me apetecer e me deixarem.

ALICE COOPER

ricardini disse...

Estupidez não é! A mata tem sitios maravilhosos. Também concordo que se podia investir no Pav.Ana S. e melhorar a acustica, para isso não era só o tecto falso, tinha-se de forrar paredes, o chão teria de ser forrado com umas coisas que existem mesmo próprias e seria com certeza um avoltado valor, mas nada é impossivel.
Voltando à mata, eu já assisti a alguns concertos de jazz, em sitios tipo mata, não sei se alguem lá esteve, mas um dos casos a que me refiro foi um dos festivais de Vilar de Mouros que há tarde tinham umas pequenas orquestras de jazz, e digo-vos que tinha muita gente, e ao contrário do que alguns dizem tinha tudo a ver. Como o Yahzz disse e muito bem, aliar a natureza com a musica seria fantástico.
Um gerador custa cerca de 1000€/dia, as casa de banho não sei quanto custam, mas não devem ser um balurdio, os bares só com imperiais e bebidas tipo sumol/coca-cola servidas em copos de plástico/papel, não me digam que era preciso saniamento!!!!
Mas ok! faça-se no Pav.Ana S. com condições acústicas boas!
Ficou uma ideia e ainda bem que se discute. Muitas cabeças pensam melhor do que uma!
Faz lá bem a digestão Alice!

Rambo disse...

http://www.youtube.com/watch?v=6bymqa7Z45A

Aqui nos primeiros minutos deste video podemos ver como é possivel um Festival de Jazz ao ar livre, existindo aqui outras areas de interesse que não apenas o Jazz (cativando assim outros publicos).

Seria optimo conjugar um evento deste genero com a oferta paisagistica que a Mata e a Serra nos oferecem.

"O sonho comanda a vida"

Anónimo disse...

A minha opinião é:
- Deixem estar o jazz como está e fazendo sempre um esforço para melhorar!
-Vamos organizar um "outro" festival de qualquer coisa para pôr a Mata como cenário.
CONCLUSÂO:

Teriamos 2 festivais deversificados, mais puiblicidade sobre Minde, teriamos afluencia diversificada de faixas etarias diferentes,outrs generos de musica, qualquer tipo...enfim...teriamos uma panoplia de actividades diversificadas e alternativas!
Penso eu....! Pensem!
Compreendi-te.
R.V.