Nem sempre as coisas são más em Minde, a alegria, a amizade e diversão também cá andam....
terça-feira, setembro 25, 2007
quinta-feira, setembro 13, 2007
quarta-feira, setembro 12, 2007
Exposição a não perder

Aproveito para convidar todos a ver esta exposição em Madrid, no entanto gostaria de dar o mote aos mindericos que esta é uma ideia para termos uma exposição cheia de mindericos e mindericas e que, com certeza, iria levar muita gente à nossa terra.
Pensem nisso!!!
Fica aqui o texto retirado de algures:
A arte de fotografar o traseiro
Exposição inédita atrai atenções
É talvez a exposição mais mediatizada da vizinha Espanha... ou pelo menos aquela que tem suscitado mais interesse por parte dos media do outro lado da fronteira.
Chama-se "Ocultos" e é inteiramente composta por traseiros humanos, vistos através das lentes dos mais prestigiados fotógrafos do mundo.
Nomes como Cartier-Bresson, Man Ray e Mapplethorpe constam na lista dos cerca de 70 autores, que assinam os trabalhos, desde o século passado aos nossos dias, patentes a partir de Outubro na Fundacíon Canal em Madrid.
Bonitos, feios, redondos, sexy - ou nem por isso - são algumas das características dos "exemplares" em exibição e que num todo convidam o visitante a embarcar numa viagem voyerista pelo universo do traseiro humano, visto de forma ora intimista, ora humorística mas sempre com grande valor documental.
Nos jornais espanhóis, a exposição tem sido divulgada de uma forma sobretudo desinibida.
Ousadas ou não, publicações de referência como "Periodista Digital" chamam a exposição pelo nome, escolhendo para headlines frases como "El culo, a través de prestigiosas lentes" ou "El culo como protagonista".
Texto: Ana Margarida Lázaro (12 de Setembro de 2007)
Exposição inédita atrai atenções
É talvez a exposição mais mediatizada da vizinha Espanha... ou pelo menos aquela que tem suscitado mais interesse por parte dos media do outro lado da fronteira.
Chama-se "Ocultos" e é inteiramente composta por traseiros humanos, vistos através das lentes dos mais prestigiados fotógrafos do mundo.
Nomes como Cartier-Bresson, Man Ray e Mapplethorpe constam na lista dos cerca de 70 autores, que assinam os trabalhos, desde o século passado aos nossos dias, patentes a partir de Outubro na Fundacíon Canal em Madrid.
Bonitos, feios, redondos, sexy - ou nem por isso - são algumas das características dos "exemplares" em exibição e que num todo convidam o visitante a embarcar numa viagem voyerista pelo universo do traseiro humano, visto de forma ora intimista, ora humorística mas sempre com grande valor documental.
Nos jornais espanhóis, a exposição tem sido divulgada de uma forma sobretudo desinibida.
Ousadas ou não, publicações de referência como "Periodista Digital" chamam a exposição pelo nome, escolhendo para headlines frases como "El culo, a través de prestigiosas lentes" ou "El culo como protagonista".

Texto: Ana Margarida Lázaro (12 de Setembro de 2007)
quinta-feira, setembro 06, 2007
Só coisas quematurmentam - Parte III
Gostava que alguém me informasse porque é que em Minde o Posto de Turismo encerra ao Fim de semana e durante o mês de Agosto. Um Posto de turismo que encerra quando, supostamente há mais probabilidade de haver turismo parece-me um pouco estranho.
O mesmo se pode dizer do Espaço Internet que encerra no periodo de férias dos jovens, e quando estes têm mais disponibilidade para o utilizar e maior necessidade de ocupar tempos livres.
Claro que, a quem não é remunerado não se pode exigir grande horário, mas, tanto quanto sei, tanto a Junta como a Câmara tem funcionários remunerados e bem. Mas claro, são funcionários públicos e, a estes, não se pode fazer exigencias. Num mercado cada vez mais flexivel, onde a concorrência obriga as empresas a ir ao encontro do consumidor, tal como os Shoppings (cujo horário é extremamente alargado e funciona 7 dias por semana), assistimos a uma teimosa inadaptação dos serviços públicos.
O mesmo se pode dizer do Espaço Internet que encerra no periodo de férias dos jovens, e quando estes têm mais disponibilidade para o utilizar e maior necessidade de ocupar tempos livres.
Claro que, a quem não é remunerado não se pode exigir grande horário, mas, tanto quanto sei, tanto a Junta como a Câmara tem funcionários remunerados e bem. Mas claro, são funcionários públicos e, a estes, não se pode fazer exigencias. Num mercado cada vez mais flexivel, onde a concorrência obriga as empresas a ir ao encontro do consumidor, tal como os Shoppings (cujo horário é extremamente alargado e funciona 7 dias por semana), assistimos a uma teimosa inadaptação dos serviços públicos.
Piação do Charal do Ninhou (2)
Depois de algumas pessoas me terem contactado, irei re-publicar o post.
No entanto como eu não sou administrador deste blog não posso retirar comentários insultuosos, sem tirar todos os comentários desta vez sejam moderados na linguagem por favor.
Não queremos que o toucaneura seja um blog com asneiredo, onde toda a gente pode insultar toda a gente.
"Eu sei que este assunto já é recorrente, mas nada como a insistência para que um dia alguém pense nisto.
Por terras do “Casal Grande” vou ensinando algumas palavras em calão minderico aos “covanos” e “covanas” que “engenham” comigo, e toda a gente me pergunta se todos os mindericos falam este calão, e se existe alguma escola a ensinar este calão.
Com muita pena minha, respondo sempre que a aprendizagem do calão é feita essencialmente através do passa palavra e do convívio entre mindericos, e que para os mais interessados existem dicionários de calão minderico.
Quando vivemos numa terra onde a cultura brota por todo o lado, com os exemplos que todos conhecemos, ao nível musical, do teatro, da escultura, etc, estamos a enterrar uma das coisas que é só nossa e que de alguma forma nos diferencia dos outros.
Na minha opinião, o CAORG é por excelência a colectividade que mais pode contribuir para o calão minderico se perpetue no tempo. Digo isto porque reconheço que esta colectividade tem feito um excelente trabalho ao mostrar e disponibilizar a todos os mindericos várias áreas da cultura, tais como, musica, bailado, pintura, escultura, etc. e é também responsável pela divulgação e produção de um dos dicionários de calão minderico existente no mercado.
Não gostaria que a “Piação do Ninhou” desaparecesse, ou fosse usurpada por outra região, tal como acontece com as mantas mindericas, que em quase todo o lado é chamada a manta alentejana. E neste ponto também os mindericos têm uma grande quota de culpa. Eu já repeti a história da manta minderica e da manta alentejana milhares de vezes, mas continuarei a faze-lo sempre que ouvir as palavras “mantas alentejanas”.
Todos nós conhecemos o exemplo do mirandês, que já se ensina na escola em Mirando do Douro. O mesmo podia acontecer com o minderico, e ser ensinado na escola em Minde..
O Jornal de Minde talvez possa, também, ajudar com artigos escritos em calão minderico, a fim de suscitar a curiosidade dos leitores.
Até nós aqui no Toucaneura, podemos ajudar à festa, fazendo posts em Calão Minderico.
Penso que temos é que nos unir, e todos juntos teremos força suficiente para perpetuar esta nossa piação.
Para finalizar adoraria ver a minha filha, os meus sobrinhos e muitas outras crianças, a aprender calão minderico, fosse onde fosse."
No entanto como eu não sou administrador deste blog não posso retirar comentários insultuosos, sem tirar todos os comentários desta vez sejam moderados na linguagem por favor.
Não queremos que o toucaneura seja um blog com asneiredo, onde toda a gente pode insultar toda a gente.
"Eu sei que este assunto já é recorrente, mas nada como a insistência para que um dia alguém pense nisto.
Por terras do “Casal Grande” vou ensinando algumas palavras em calão minderico aos “covanos” e “covanas” que “engenham” comigo, e toda a gente me pergunta se todos os mindericos falam este calão, e se existe alguma escola a ensinar este calão.
Com muita pena minha, respondo sempre que a aprendizagem do calão é feita essencialmente através do passa palavra e do convívio entre mindericos, e que para os mais interessados existem dicionários de calão minderico.
Quando vivemos numa terra onde a cultura brota por todo o lado, com os exemplos que todos conhecemos, ao nível musical, do teatro, da escultura, etc, estamos a enterrar uma das coisas que é só nossa e que de alguma forma nos diferencia dos outros.
Na minha opinião, o CAORG é por excelência a colectividade que mais pode contribuir para o calão minderico se perpetue no tempo. Digo isto porque reconheço que esta colectividade tem feito um excelente trabalho ao mostrar e disponibilizar a todos os mindericos várias áreas da cultura, tais como, musica, bailado, pintura, escultura, etc. e é também responsável pela divulgação e produção de um dos dicionários de calão minderico existente no mercado.
Não gostaria que a “Piação do Ninhou” desaparecesse, ou fosse usurpada por outra região, tal como acontece com as mantas mindericas, que em quase todo o lado é chamada a manta alentejana. E neste ponto também os mindericos têm uma grande quota de culpa. Eu já repeti a história da manta minderica e da manta alentejana milhares de vezes, mas continuarei a faze-lo sempre que ouvir as palavras “mantas alentejanas”.
Todos nós conhecemos o exemplo do mirandês, que já se ensina na escola em Mirando do Douro. O mesmo podia acontecer com o minderico, e ser ensinado na escola em Minde..
O Jornal de Minde talvez possa, também, ajudar com artigos escritos em calão minderico, a fim de suscitar a curiosidade dos leitores.
Até nós aqui no Toucaneura, podemos ajudar à festa, fazendo posts em Calão Minderico.
Penso que temos é que nos unir, e todos juntos teremos força suficiente para perpetuar esta nossa piação.
Para finalizar adoraria ver a minha filha, os meus sobrinhos e muitas outras crianças, a aprender calão minderico, fosse onde fosse."
quarta-feira, agosto 29, 2007
terça-feira, agosto 28, 2007
Já há uma razão, eu sabia
Eu não tenho muita vontade de trabalhar, e isto não é de hoje, já sofro deste mal há muitos anos, inclusivamente achava que me devia preocupar, mas agora já não me preocupo.
Porquê?
perguntam vocês.
Retirado do Expresso segue um artigo deveras interessante, e que aconselho a ler:

"Estudo alemão concluiu que os que mais trabalham são os que têm a vida sexual menos satisfatória.
A investigação da Universidade de Goettingen, na Alemanha, teve resultados surpreendentes. O objectivo era saber quais as razões que determinam a vontade de algumas pessoas para trabalhar mais do que o previsto e normal, e os investigadores concluiram que os que passam mais tempo no trabalho são os que menos sexo praticam.
Num universo de 32 mil indivíduos, 35% dos que declararam não estar satisfeitos com a vida sexual admitiram que usam o trabalho como diversão. Um terço das mulheres e homens insatisfeitos com o sexo assumiram que não se importariam de dedicar mais tempo ao trabalho e até de fazer mais horas e serviços extra.
O estilo de vida dedicado ao trabalho, diz o estudo divulgado pela Reuters, é ainda levado mais a sério entre os que afirmaram não ter de todo relações sexuais: quase metade destes homens (45%) e mulheres (46%) disseram que não se importariam de aceitar cargos com mais responsabilidades e com mais trabalho."
...chiça, ainda dizem que não existem extra-terrestres!!!! só podem se-lo!!! a não ser que sejam de Alcanena, que a bem ver, é mais ou menos a mesma coisa!!! ehehehe
Porquê?
perguntam vocês.
Retirado do Expresso segue um artigo deveras interessante, e que aconselho a ler:

"Estudo alemão concluiu que os que mais trabalham são os que têm a vida sexual menos satisfatória.
A investigação da Universidade de Goettingen, na Alemanha, teve resultados surpreendentes. O objectivo era saber quais as razões que determinam a vontade de algumas pessoas para trabalhar mais do que o previsto e normal, e os investigadores concluiram que os que passam mais tempo no trabalho são os que menos sexo praticam.
Num universo de 32 mil indivíduos, 35% dos que declararam não estar satisfeitos com a vida sexual admitiram que usam o trabalho como diversão. Um terço das mulheres e homens insatisfeitos com o sexo assumiram que não se importariam de dedicar mais tempo ao trabalho e até de fazer mais horas e serviços extra.
O estilo de vida dedicado ao trabalho, diz o estudo divulgado pela Reuters, é ainda levado mais a sério entre os que afirmaram não ter de todo relações sexuais: quase metade destes homens (45%) e mulheres (46%) disseram que não se importariam de aceitar cargos com mais responsabilidades e com mais trabalho."
...chiça, ainda dizem que não existem extra-terrestres!!!! só podem se-lo!!! a não ser que sejam de Alcanena, que a bem ver, é mais ou menos a mesma coisa!!! ehehehe
quarta-feira, agosto 22, 2007
Boas notícias para o PSD Madeira
Chiclete de Lili Caneças vale milhões
Uma estudante britânica da Universidade de Derby, Sarah Pickin, descobriu durante escavações num sítio arqueológico do período Neolítico, na Finlândia, uma bola de resina de vidoeiro que, segundo parece, seria uma espécie de chiclete.
A pré-histórica chiclete foi descoberta na floresta de Kierikkikangas (Noroeste), a cerca de 600 quilómetros de Helsínquia, e terá entre 5.500 e 6.000 anos.
A Trevor Brown, professor de Sarah, chamou a atenção o facto de «a goma ter impressa a marca de dentes bem definida».
Após várias análises, conseguiu provar-se que a dita chiclete foi mascada por Lili Caneças, quando esta tinha 14 anos.
A pré-histórica chiclete foi descoberta na floresta de Kierikkikangas (Noroeste), a cerca de 600 quilómetros de Helsínquia, e terá entre 5.500 e 6.000 anos.
A Trevor Brown, professor de Sarah, chamou a atenção o facto de «a goma ter impressa a marca de dentes bem definida».
Após várias análises, conseguiu provar-se que a dita chiclete foi mascada por Lili Caneças, quando esta tinha 14 anos.
terça-feira, agosto 21, 2007
Inovação
Já todos conhecíamos as listas de caloteiros em diversas lojas em diversas terras de Portugal, agora em Minde já existe uma inovação.
Vende-se terreno por falta de pagamento!!!
Mas o que é que vem a ser isto?
Alguém me consegue dizer?
Quem não pagou a quem?
Já agora, podia lá vir o nome de quem não pagou.
Inté
Vende-se terreno por falta de pagamento!!!
Mas o que é que vem a ser isto?
Alguém me consegue dizer?
Quem não pagou a quem?
Já agora, podia lá vir o nome de quem não pagou.
Inté
quinta-feira, agosto 09, 2007
Sporting com sentido de humor
Quer se seja sportinguista ou não, temos de reconhecer que está mesmo espactacular.
Mas atenção: Só funciona com dados verdadeiros.
Esperimentem...com Dranquilidade!
http://www.sporting.pt/Servicos/Gamebox/Gameboxvideo.asp
Mas atenção: Só funciona com dados verdadeiros.
Esperimentem...com Dranquilidade!
http://www.sporting.pt/Servicos/Gamebox/Gameboxvideo.asp
segunda-feira, julho 30, 2007
Conceito para Lembrar nas Férias...

Boas,
Um conceito que gostaria que todos tivessem, sem excepção, é o descanço.
É um conceito que adoro, mas que que não utilizo tanto como gostaria.
Vamos todos descançar, e talvez lá para o final de Agosto tenhamos fotografias com famosos, histórias novas para contar, cortes e costura para fazer, e muito mais.
Eu estou cançado...muito cançado.
Iremos voltar com mais folego e vivacidade, para continuarmos a escrever aquilo que nos vai na alma, e não só.
Um abraço,
terça-feira, julho 24, 2007
Conceitos para lembrar (reforço)
Honra…
Um sentimento humano relacionado com a procura do respeito público, manutenção de bom-nome e dignidade. Relacionado também com glorificar ou distinguir (honrar).
Respeito…
e também dignidade, entre seres humanos envolve o ganhar e o receber o respeito pessoal ou estima de outra pessoa. O filósofo Immanuel Kant assim como expressando um entendimento comum de civilização, incorpora o conceito de respeito. O respeito é uma das qualidades que temos para podermos nos relacionar com outras pessoas. Respeito é o direito de expressar-se sem que sofra algum tipo de repressão, castigo ou punição. É não fazer aquilo que não gostaríamos que fizessem connosco.
Civismo…
O termo civismo refere-se mais especificamente às atitudes e comportamentos que no dia-a-dia manifestam os diferentes cidadãos na defesa de certos valores e práticas assumidas como fundamentais para uma vida colectiva de modo a preservar a sua harmonia e melhorar o bem estar de todos o seus membros. Cidadania, civismo e civilidade fazem assim parte de um mesmo processo, inerente à vida em sociedade. Ambos os conceitos são verdadeiros suportes da vida social, já que uma sociedade na qual seus membros sejam indiferentes às questões da vida em comum não existe como tal.
Farsa…
é uma modalidade burlesca de peça teatral, caracterizada por personagens e situações caricatas. Difere da comédia e da sátira por não preocupar-se com a verosimilhança nem pretender o questionamento de valores. s.f. (Do lat. pop. farsa) 1. Género teatral cómico, menos exigente que a alta comédia, que tem por objectivo principal divertir o público. (encicl.) 2. Ato ridículo, coisa burlesca. 3. Fingimento; impostura. 4. Ilusão, mentira, burla. ▪
Um sentimento humano relacionado com a procura do respeito público, manutenção de bom-nome e dignidade. Relacionado também com glorificar ou distinguir (honrar).
Respeito…
e também dignidade, entre seres humanos envolve o ganhar e o receber o respeito pessoal ou estima de outra pessoa. O filósofo Immanuel Kant assim como expressando um entendimento comum de civilização, incorpora o conceito de respeito. O respeito é uma das qualidades que temos para podermos nos relacionar com outras pessoas. Respeito é o direito de expressar-se sem que sofra algum tipo de repressão, castigo ou punição. É não fazer aquilo que não gostaríamos que fizessem connosco.
Civismo…
O termo civismo refere-se mais especificamente às atitudes e comportamentos que no dia-a-dia manifestam os diferentes cidadãos na defesa de certos valores e práticas assumidas como fundamentais para uma vida colectiva de modo a preservar a sua harmonia e melhorar o bem estar de todos o seus membros. Cidadania, civismo e civilidade fazem assim parte de um mesmo processo, inerente à vida em sociedade. Ambos os conceitos são verdadeiros suportes da vida social, já que uma sociedade na qual seus membros sejam indiferentes às questões da vida em comum não existe como tal.
Farsa…
é uma modalidade burlesca de peça teatral, caracterizada por personagens e situações caricatas. Difere da comédia e da sátira por não preocupar-se com a verosimilhança nem pretender o questionamento de valores. s.f. (Do lat. pop. farsa) 1. Género teatral cómico, menos exigente que a alta comédia, que tem por objectivo principal divertir o público. (encicl.) 2. Ato ridículo, coisa burlesca. 3. Fingimento; impostura. 4. Ilusão, mentira, burla. ▪
domingo, julho 08, 2007
Alguns conceitos para lembrar...
Democracia
do Gr. demokratía
s. f.,
sistema político fundamentado no princípio de que a autoridade emana do povo (conjunto de cidadãos) e é exercida por ele ao investir o poder soberano através de eleições periódicas livres, e no princípio da distribuição equitativa do poder;
país em que existe um governo democrático;
governo da maioria;
sociedade que garante a liberdade de associação e de expressão e na qual não existem distinções ou privilégios de classe hereditários ou arbitrários.
Liberalismo
s. m.,
tendência ou inclinação para as ideias liberais;
qualidade ou carácter do que é liberal;
maneira de ser ou de pensar daquele que admite opiniões diferentes das suas;
sistema político professado pelos liberais.
Liberdade
do Lat. libertate
s. f.,
faculdade de uma pessoa poder dispor de si, fazendo ou deixando de fazer por seu livre arbítrio qualquer coisa;
gozo dos direitos do homem livre;
independência;
autonomia;
permissão;
ousadia;
(no pl. ) regalias;
(no pl. ) privilégios;
(no pl. ) imunidades.
- de consciência: direito de emitir opiniões religiosas e políticas que se julguem verdadeiras;
- de imprensa: direito concedido à publicação de algo sem necessidade de qualquer autorização ou censura prévia, mas sujeito à lei, em caso de abuso;
- individual: garantia que qualquer cidadão possui de não ser impedido de exercer e usufruir dos seus direitos, excepto em casos previstos por lei.
do Gr. demokratía
s. f.,
sistema político fundamentado no princípio de que a autoridade emana do povo (conjunto de cidadãos) e é exercida por ele ao investir o poder soberano através de eleições periódicas livres, e no princípio da distribuição equitativa do poder;
país em que existe um governo democrático;
governo da maioria;
sociedade que garante a liberdade de associação e de expressão e na qual não existem distinções ou privilégios de classe hereditários ou arbitrários.
Liberalismo
s. m.,
tendência ou inclinação para as ideias liberais;
qualidade ou carácter do que é liberal;
maneira de ser ou de pensar daquele que admite opiniões diferentes das suas;
sistema político professado pelos liberais.
Liberdade
do Lat. libertate
s. f.,
faculdade de uma pessoa poder dispor de si, fazendo ou deixando de fazer por seu livre arbítrio qualquer coisa;
gozo dos direitos do homem livre;
independência;
autonomia;
permissão;
ousadia;
(no pl. ) regalias;
(no pl. ) privilégios;
(no pl. ) imunidades.
- de consciência: direito de emitir opiniões religiosas e políticas que se julguem verdadeiras;
- de imprensa: direito concedido à publicação de algo sem necessidade de qualquer autorização ou censura prévia, mas sujeito à lei, em caso de abuso;
- individual: garantia que qualquer cidadão possui de não ser impedido de exercer e usufruir dos seus direitos, excepto em casos previstos por lei.
quinta-feira, junho 28, 2007
Só coisas quematurmentam - Parte II
Amigos e colegas da organização do JazzMinde:
Será que aquela malta lá do município não vai ficar melindrada por não terem convidado para a grande festa da música a Orquestra Ligeira de Alcanena, o Coral Phidelius de Alcanena, a Sociedade Musical Alcanenense, os alunos da Escola de Música, as várias bandas de jazz e música ligeira, o rancho, o grupo de teatro com um musical, enfim... alguém... do vasto leque cultural da nossa sede de concelho?
Atenção que lhes pode parecer mal... e com os sentimentos das pessoas não se brinca.
Será que aquela malta lá do município não vai ficar melindrada por não terem convidado para a grande festa da música a Orquestra Ligeira de Alcanena, o Coral Phidelius de Alcanena, a Sociedade Musical Alcanenense, os alunos da Escola de Música, as várias bandas de jazz e música ligeira, o rancho, o grupo de teatro com um musical, enfim... alguém... do vasto leque cultural da nossa sede de concelho?
Atenção que lhes pode parecer mal... e com os sentimentos das pessoas não se brinca.
quarta-feira, junho 27, 2007
Porto, Hotel Meridien, 24 Junho 2001
- Vem cá meu querido rexoxudinho! A tua bombom Mom Cherry ama-te tanto! Amei-te desde o primeiro minuto que te vi, naquela casa de mariposas, cheia de porcos suinos. Foste a luz da minha noite quanto me pagaste aquela garrafa de champagne francês que eu despejava, aos poucos, para o jarra de flores...meu docinho! Nunca me irás abandonar...pois não? É que já não saberia viver sem as festas, os vestidos, as casas, os carros de luxo...quer dizer, sem ti meu pãozinho de regueifa!
- Eu sei minha bomboca invicta. Nunca te vou abandonar. Além disso, a minha confiança em ti é tão cega como aqueles murcões lá da federação. Sei que jamais irias publicar um livro onde descrevesses todas as minhas descargas intestinais e estratégias socio-tático-desportivas.
Penso eu de que....
- Eu sei minha bomboca invicta. Nunca te vou abandonar. Além disso, a minha confiança em ti é tão cega como aqueles murcões lá da federação. Sei que jamais irias publicar um livro onde descrevesses todas as minhas descargas intestinais e estratégias socio-tático-desportivas.
Penso eu de que....
quarta-feira, junho 20, 2007
Carta Aberta ao Sr. Anti Ciclone
Para:
Sr. Anti Ciclone
Arquipélago dos Açores
Oceano Atlântico
Ex.mo Sr.:
Mexa-se porra!
Estão 10 milhoes de pessoas à espera.
( ... e uma zona Industrial para ser construída em terrenos secos...)
Com os melhores cumprimentos...
PS: A pedido de várias familias, e após esta mostra do visual Primavera/Verão, o Tou Ca Neura retomará brevemente o seu anterior aspecto.
Obrigado pelas opiniões.
PS2: Isto do ciclone não é meu. Li não sei onde.
Sr. Anti Ciclone
Arquipélago dos Açores
Oceano Atlântico
Ex.mo Sr.:
Mexa-se porra!
Estão 10 milhoes de pessoas à espera.
( ... e uma zona Industrial para ser construída em terrenos secos...)
Com os melhores cumprimentos...
PS: A pedido de várias familias, e após esta mostra do visual Primavera/Verão, o Tou Ca Neura retomará brevemente o seu anterior aspecto.
Obrigado pelas opiniões.
PS2: Isto do ciclone não é meu. Li não sei onde.
terça-feira, junho 19, 2007
sexta-feira, junho 15, 2007
quarta-feira, junho 13, 2007
Só coisas quematurmentam - Parte I
Será que dava para informarem aquela malta da construtora do LENA acerca da localização da obra da nossa futura zona industrial? É que tenho a sensação que eles não dão com o sitio e talvéz por isso a coisa não arranca.
Ok. Também não é às primeiras que se chega lá. Até porque ninguém espera encontrar uma zona industrial ali, atrás do cemitério, por detrás da zona histórica de Minde e em pleno sopé da serra, mas pelo menos assim os turistas que gozam a vista do parque de merendas podem deslumbrar-se com a maravilhosa visão na nossa próspera zona industrial.
P.F. ofereçam um GPS à rapaziada da LENA.
Ok. Também não é às primeiras que se chega lá. Até porque ninguém espera encontrar uma zona industrial ali, atrás do cemitério, por detrás da zona histórica de Minde e em pleno sopé da serra, mas pelo menos assim os turistas que gozam a vista do parque de merendas podem deslumbrar-se com a maravilhosa visão na nossa próspera zona industrial.
P.F. ofereçam um GPS à rapaziada da LENA.
Noite de Sto.António
Olás,
Não sei se assistiram às marchas de Lisboa ontém à noite, mas foi demais...
1º passaram os cabeçudos, e logo de seguida passou um conjunto de pessoas vestidas de branco com uns tambores e à cabeceira a Daniela Mercury. Eu tive de verificar se realmente estava a ver as marchas de Lisboa.
O povo português baixa-se a tudo e a todos.
Já não basta irmos ao Algarve e ter de comer e beber em Restaurantes que não têm ementas em português, que os empregados não falam português, e que têm preços que confirmam que não estamos em Portugal, ainda vem uma festa na Capital de Portugal com marchas ditas populares, com bit's afro-brasileiros e cantado em português com sotaque brasileiro.
Caberia na cabeça de algum brasileiro colocar uma marcha de Lisboa no sambódromo do Rio de Janeiro?
Não pois não!!!
Então o que é que estava lá a fazer aquilo?
Ao invés de tentarmos mostrar as nossas coisas, boas ou más não interessa, mostramos sim, mas com algumas noances de samba e ritmos afros.
Não tenho nada contra, aliás até gosto de ritmos afros e brasileiros, mas tudo tem o seu lugar, e definitivamente na Avenida da Liberdade na noite de Sto.António é que não.
Será que para o ano teremos danças da Russia, da Répuplica Checa ou da Ucrania, e mais afro-brasileiras?
Para alem disto corremos o risco de ser uma destas que ganhe o concurso!!! era o que faltava!!!
Já desabafei... inté
Só quero dizer que não sou do PNR!
Não sei se assistiram às marchas de Lisboa ontém à noite, mas foi demais...
1º passaram os cabeçudos, e logo de seguida passou um conjunto de pessoas vestidas de branco com uns tambores e à cabeceira a Daniela Mercury. Eu tive de verificar se realmente estava a ver as marchas de Lisboa.
O povo português baixa-se a tudo e a todos.
Já não basta irmos ao Algarve e ter de comer e beber em Restaurantes que não têm ementas em português, que os empregados não falam português, e que têm preços que confirmam que não estamos em Portugal, ainda vem uma festa na Capital de Portugal com marchas ditas populares, com bit's afro-brasileiros e cantado em português com sotaque brasileiro.
Caberia na cabeça de algum brasileiro colocar uma marcha de Lisboa no sambódromo do Rio de Janeiro?
Não pois não!!!
Então o que é que estava lá a fazer aquilo?
Ao invés de tentarmos mostrar as nossas coisas, boas ou más não interessa, mostramos sim, mas com algumas noances de samba e ritmos afros.
Não tenho nada contra, aliás até gosto de ritmos afros e brasileiros, mas tudo tem o seu lugar, e definitivamente na Avenida da Liberdade na noite de Sto.António é que não.
Será que para o ano teremos danças da Russia, da Répuplica Checa ou da Ucrania, e mais afro-brasileiras?
Para alem disto corremos o risco de ser uma destas que ganhe o concurso!!! era o que faltava!!!
Já desabafei... inté
Só quero dizer que não sou do PNR!
domingo, maio 27, 2007
Recandidato arguido
Confesso que, numa primeira análise, fiquei surpreendida com a recandidatura de Carmona Rodrigues à CML. Mas após um breve exercício de memória e uma caminhada por alguns casos do passado político português, as razões do Sr. Carmona parecem extremamente coerentes.Recordemos alguns notáveis da história do poder autárquico nacional tais como Fátima Felgueiras, Major Valentim Loureiro, Isaltino Morais ou até Avelino Ferreira Torres.
De todos o povo esqueceu as ilicitudes e perdoou alguma atitude menos honesta.
A todos, contrariando o ditado, o crime compensou.
Penso mesmo que, qualquer dia, ser arguido de alguma coisa será condição sinequanon(?) para um individuo se poder candidatar a cargos políticos.
O povo português perdoa como ninguém.
É, sem dúvida, o povo mais condescendente e benevolente do mundo.
“Encheste um saco azul de dinheiro público para proveito pessoal? Traíste o voto de confiança que os portugueses te deram prejudicando toda uma nação? Abusás-te do poder?
Não faz mal! Certamente foi sem querer! Nós vamos dar-te uma segunda chance.”
- Vale Azevedo candidata-te a presidente do Benfica que ganhas com certeza.…
…Por falar em….bem….enfim….aquele…..
Esqueçam!
Isto cá no província é só gente séria! ;-)
segunda-feira, maio 21, 2007
Até onde vai a burocracia
Boa tarde,
Epá eu fartei-me de rir com esta, e não posso deixar de publicar esta troca de correspondência que me chegou ao e-mail. Leiam até ao fim... eu chorei a rir...
Há também quem não quer ser Engenheiro...
Há também quem não quer ser Engenheiro.
A troca de correspondência entre um cliente e o seu banco que insiste em
tratá-lo por engenheiro:
"(...)Na profissão, os senhores indicam-me como engenheiro civil. De facto,
já tive muitas profissões, desde consultor a docente do ensino superior,
tradutor e até escritor. Mas nunca tive o privilégio de trabalhar como
engenheiro civil, até porque a minha licenciatura em engenharia física não
mo permitiria. Como tal, agradeço-lhes que retirem esse dado da profissão,
por não ser correcto nem relevante.
Com os meus cumprimentos,
José Luís Mxxxxxxxx"
"Estimado Cliente, Sr. José Luís Lxxx,
(...)
No que respeita à sua actividade profissional, e por forma a procedermos
alteração da mesma será deste modo necessário que nos remeta uma cópia
certificada ou original em papel timbrado de uma Declaração da Entidade
Patronal, ou cópia certificada do Cartão Profissional, frente e verso, ou
recibo de vencimento, desde que conste profissão, entidade patronal,
situação contratual e data de admissão, documentação que poderá remeter via
correio para a Remessa Livre n.º 25009, 1144- 960 Lisboa, não sendo
necessário selo, ou em alternativa poderá apresentar os originais junto do
Balcão.
Relativamente à certificação, a mesma poderá ser solicitada junto da Junta
de Freguesia, dos CTT, do Notário ou Advogado.
(...)
Encontramo-nos à sua disposição para prestar os esclarecimentos
necessários.
Com os melhores cumprimentos,
Montepio,
Direcção de Marketing e Novos Canais"
" Em resposta à vossa mensagem, tenho-lhes a dizer, com toda a sinceridade,
não é da vossa conta a profissão que eu exerço ou deixo de exercer. Agora,
o que não podem, de forma nenhuma, é atribuir-me uma profissão aleatória
que eu nunca exerci, como é a de engenheiro civil. Portanto, agradeço que
retirem qualquer menção à minha profissão dos vossos dados pessoais a meu
respeito, ao abrigo do direito de rectificação que me assiste, de acordo
com a legislação em vigor de protecção de dados pessoais informatizados. "
"Estimado Cliente, Sr. José Luís Lxxx,
Agradecemos, desde já, o seu contacto.
No seguimento da sua mensagem, e de acordo com a informação facultada na
mensagem envida anteriormente, indicamos que por forma a procedermos à
alteração da sua Actividade Profissional, será necessário que nos remeta a
documentação solicitada, ou apresente a mesma junto de um Balcão, estando
este procedimento de acordo com o Aviso 11/05 do Banco de Portugal.
A Caixa Económica Montepio Geral, no âmbito dos princípios que presidiram à
redacção desse Aviso, tem vindo progressivamente a promover a actualização
dos Dados Pessoais dos Clientes, sempre que as circunstâncias se enquadrem
no espírito do referido Aviso.
Por este motivo, e lamentando qualquer incómodo causado, existe a
necessidade de proceder à actualização dos seus Dados Pessoais, mediante
apresentação de um documento comprovativo da sua Actividade Profissional.
Em virtude de verificarmos que existem outros dados por actualizar,
solicitamos também que nos remeta copia certificada do seu Bilhete de
Identidade e Cartão de Contribuinte, ou apresente os mesmos num Balcão,
para que se obtenham cópias e se proceda à actualização.
(...)
Encontramo-nos disponíveis para prestar os esclarecimentos que considere
necessários,
Com os melhores cumprimentos,
Montepio,Direcção de Marketing e Novos Canais"
"Meus caros senhores,
Eu não vou enviar a documentação que me pedem, pois insisto que a profissão
que exerço não lhes diz respeito.
Faço então o inverso do ónus da prova.
Mostrem-me os senhores os documentos em que se basearam para dizer que eu
sou engenheiro civil. Quem sabe, de posse deles, até me possa candidatar a
primeiro-ministro.
Se os senhores me garantem que só efectuam essas alterações de posse de
documentos oficiais, então com certeza que tiveram acesso a um certificado
de habilitações que os informou de que eu sou engenheiro civil (espero que
não sejam da Universidade Independente). Pois, peço-lhes então que me
enviem a mim uma cópia desses documentos, pois dava-me um jeitão
acrescentar às minhas habilitações as de Engenheiro Civil, que não sou nem
nunca fui. Mas, se realmente os senhores têm documentos que o provam, é
porque deve ser verdade e eu começo a perceber como é que a situação de
engenheiro civil é, neste país, uma situação muito transitória.
As vossas reservas tinham toda a razão de ser, se eu lhes tivesse a exigir
que me atribuíssem habilitações que eu não tenho. Mas a situação é
perfeitamente inversa. Estão a atribuir-me um curso que eu não tenho e uma
profissão que eu não exerço. Não posso demonstrar que não sou engenheiro
civil porque não existe certificado de habilitação de não-engenheiro civil.
Por isso, repito o direito que me assiste de corrigir dados pessoais
informatizados que estão errados. E exijo que retirem a profissão de
engenheiro civil.
Com os meus cumprimentos,
José Luís M"
"Estimado Cliente, Sr. José xxx,
Agradecemos o seu contacto o qual mereceu a nossa especial atenção.
Em resposta à sua mensagem, informamos que no momento em que procedeu
Abertura da conta de depósitos à ordem o registo das Habilitações
Literárias, não eram efectuadas de acordo com o Aviso 11/2005 de 13 de
Julho do Banco de Portugal, o qual é transversal a todas as Instituições e
que obriga nomeadamente aquando da actualização de dados pessoais,
apresentação de comprovativo, bem como na emissão de Meios de Pagamento que
os respectivos dados pessoais e profissionais encontrem-se devidamente
actualizados.
Autrora [sic], as Habilitações Literárias eram inseridas de acordo com o
indicado pelo cliente, podendo, por ventura ocorrer um erro na inserção da
informação, não obstante, à presente data, para que possamos actualizar
este elemento, será necessário, apresentação do Certificado de
Habilitações, junto de um balcão ou envio de cópia certificada para a
morada Remessa Livre 25009,1144-960 Lisboa.
Salvaguardando, desta forma, que no futuro possam estar associados
bloqueios que comprometam a realização de operações através dos canais á
distancia, nomeadamente do serviço Montepio24, ou junto das Caixas
Automáticas.
Aguardamos a actualização deste elemento bem como dos solicitados na
mensagem anterior, encontrando-nos disponíveis para prestar os
esclarecimentos que considere necessários.
Com os melhores cumprimentos,
Montepio Direcção de Marketing e Novos Canais"
"Ou seja, segundo me estão a dizer, os senhores enganaram-se a pôr os
dados, pois eu nunca disse que era engenheiro civil. Não tinha motivos para
o fazer, pois nunca o fui e não estava a candidatar-me a um emprego como
engenheiro civil na vossa empresa quando aí abri uma conta.
Ora, porque os senhores se enganaram, agora exigem-me um certificado de
habilitações que certifique um grau que eu não tenho. Certo? Ou seja, vou à
secretaria de uma faculdade de engenharia (penso que já não posso ir à
Independente, porque parece que vai fechar) e peço-lhes que me passem um
certificado de habilitações em como não sou engenheiro civil. Estou certo
que devem ter lá um modelo para isso: Certificado de Habilitações de
Não-Engenheiro Civil. Depois, mando-lhes uma cópia e já posso provar ao
mundo que não sou engenheiro civil. Portanto, devo concluir que, de acordo
com o vosso entendimento, qualquer cidadão que abra conta no vosso banco é
engenheiro civil até prova em contrário...
Disse alguma coisa de errado até agora?
Não lhes passa pela cabeça que é um pouco kafkiano pedir a um cliente que
rectifique os vossos erros informáticos apresentando um certificado de não
habilitações que ateste que ele não é licenciado em engenharia civil?
Fico a aguardar o prazer de mais uma das vossas respostas, pois é um ponto
alto do meu dia verificar até que ponto pode ir a rigidez burocrática de
uma instituição. Peço-lhes ainda que não levem a mal eu estar a compilar
esta nossa interessante troca de mensagens num texto humorístico que espero
vir a publicar, tal é o despropósito de toda esta situação.
Com os meus estimados cumprimentos,
José Luís Mxxxxxxxx"
"Estimado Cliente, Sr. José Luís Mxxxxxxxx,
Agradecemos, desde já, o seu contacto.
No seguimento da sua mensagem, vimos informar que a situação que nos
reportou foi encaminhada para o departamento competente. Após obtermos uma
resposta, procederemos de imediato ao envio de uma mensagem.
Encontramo-nos disponíveis para prestar os esclarecimentos que considere
necessário.
Com os melhores cumprimentos,
Montepio
Direcção de Marketing e Novos Canais"
"Com a curiosidade que o momento requeria, fui consultar os meus dados,
para ver se já tinham sido devidamente rectificados. Deparei-me com a
seguinte pérola da titularite aguda que assola este país:
Epá eu fartei-me de rir com esta, e não posso deixar de publicar esta troca de correspondência que me chegou ao e-mail. Leiam até ao fim... eu chorei a rir...
Há também quem não quer ser Engenheiro...
Há também quem não quer ser Engenheiro.
A troca de correspondência entre um cliente e o seu banco que insiste em
tratá-lo por engenheiro:
"(...)Na profissão, os senhores indicam-me como engenheiro civil. De facto,
já tive muitas profissões, desde consultor a docente do ensino superior,
tradutor e até escritor. Mas nunca tive o privilégio de trabalhar como
engenheiro civil, até porque a minha licenciatura em engenharia física não
mo permitiria. Como tal, agradeço-lhes que retirem esse dado da profissão,
por não ser correcto nem relevante.
Com os meus cumprimentos,
José Luís Mxxxxxxxx"
"Estimado Cliente, Sr. José Luís Lxxx,
(...)
No que respeita à sua actividade profissional, e por forma a procedermos
alteração da mesma será deste modo necessário que nos remeta uma cópia
certificada ou original em papel timbrado de uma Declaração da Entidade
Patronal, ou cópia certificada do Cartão Profissional, frente e verso, ou
recibo de vencimento, desde que conste profissão, entidade patronal,
situação contratual e data de admissão, documentação que poderá remeter via
correio para a Remessa Livre n.º 25009, 1144- 960 Lisboa, não sendo
necessário selo, ou em alternativa poderá apresentar os originais junto do
Balcão.
Relativamente à certificação, a mesma poderá ser solicitada junto da Junta
de Freguesia, dos CTT, do Notário ou Advogado.
(...)
Encontramo-nos à sua disposição para prestar os esclarecimentos
necessários.
Com os melhores cumprimentos,
Montepio,
Direcção de Marketing e Novos Canais"
" Em resposta à vossa mensagem, tenho-lhes a dizer, com toda a sinceridade,
não é da vossa conta a profissão que eu exerço ou deixo de exercer. Agora,
o que não podem, de forma nenhuma, é atribuir-me uma profissão aleatória
que eu nunca exerci, como é a de engenheiro civil. Portanto, agradeço que
retirem qualquer menção à minha profissão dos vossos dados pessoais a meu
respeito, ao abrigo do direito de rectificação que me assiste, de acordo
com a legislação em vigor de protecção de dados pessoais informatizados. "
"Estimado Cliente, Sr. José Luís Lxxx,
Agradecemos, desde já, o seu contacto.
No seguimento da sua mensagem, e de acordo com a informação facultada na
mensagem envida anteriormente, indicamos que por forma a procedermos à
alteração da sua Actividade Profissional, será necessário que nos remeta a
documentação solicitada, ou apresente a mesma junto de um Balcão, estando
este procedimento de acordo com o Aviso 11/05 do Banco de Portugal.
A Caixa Económica Montepio Geral, no âmbito dos princípios que presidiram à
redacção desse Aviso, tem vindo progressivamente a promover a actualização
dos Dados Pessoais dos Clientes, sempre que as circunstâncias se enquadrem
no espírito do referido Aviso.
Por este motivo, e lamentando qualquer incómodo causado, existe a
necessidade de proceder à actualização dos seus Dados Pessoais, mediante
apresentação de um documento comprovativo da sua Actividade Profissional.
Em virtude de verificarmos que existem outros dados por actualizar,
solicitamos também que nos remeta copia certificada do seu Bilhete de
Identidade e Cartão de Contribuinte, ou apresente os mesmos num Balcão,
para que se obtenham cópias e se proceda à actualização.
(...)
Encontramo-nos disponíveis para prestar os esclarecimentos que considere
necessários,
Com os melhores cumprimentos,
Montepio,Direcção de Marketing e Novos Canais"
"Meus caros senhores,
Eu não vou enviar a documentação que me pedem, pois insisto que a profissão
que exerço não lhes diz respeito.
Faço então o inverso do ónus da prova.
Mostrem-me os senhores os documentos em que se basearam para dizer que eu
sou engenheiro civil. Quem sabe, de posse deles, até me possa candidatar a
primeiro-ministro.
Se os senhores me garantem que só efectuam essas alterações de posse de
documentos oficiais, então com certeza que tiveram acesso a um certificado
de habilitações que os informou de que eu sou engenheiro civil (espero que
não sejam da Universidade Independente). Pois, peço-lhes então que me
enviem a mim uma cópia desses documentos, pois dava-me um jeitão
acrescentar às minhas habilitações as de Engenheiro Civil, que não sou nem
nunca fui. Mas, se realmente os senhores têm documentos que o provam, é
porque deve ser verdade e eu começo a perceber como é que a situação de
engenheiro civil é, neste país, uma situação muito transitória.
As vossas reservas tinham toda a razão de ser, se eu lhes tivesse a exigir
que me atribuíssem habilitações que eu não tenho. Mas a situação é
perfeitamente inversa. Estão a atribuir-me um curso que eu não tenho e uma
profissão que eu não exerço. Não posso demonstrar que não sou engenheiro
civil porque não existe certificado de habilitação de não-engenheiro civil.
Por isso, repito o direito que me assiste de corrigir dados pessoais
informatizados que estão errados. E exijo que retirem a profissão de
engenheiro civil.
Com os meus cumprimentos,
José Luís M"
"Estimado Cliente, Sr. José xxx,
Agradecemos o seu contacto o qual mereceu a nossa especial atenção.
Em resposta à sua mensagem, informamos que no momento em que procedeu
Abertura da conta de depósitos à ordem o registo das Habilitações
Literárias, não eram efectuadas de acordo com o Aviso 11/2005 de 13 de
Julho do Banco de Portugal, o qual é transversal a todas as Instituições e
que obriga nomeadamente aquando da actualização de dados pessoais,
apresentação de comprovativo, bem como na emissão de Meios de Pagamento que
os respectivos dados pessoais e profissionais encontrem-se devidamente
actualizados.
Autrora [sic], as Habilitações Literárias eram inseridas de acordo com o
indicado pelo cliente, podendo, por ventura ocorrer um erro na inserção da
informação, não obstante, à presente data, para que possamos actualizar
este elemento, será necessário, apresentação do Certificado de
Habilitações, junto de um balcão ou envio de cópia certificada para a
morada Remessa Livre 25009,1144-960 Lisboa.
Salvaguardando, desta forma, que no futuro possam estar associados
bloqueios que comprometam a realização de operações através dos canais á
distancia, nomeadamente do serviço Montepio24, ou junto das Caixas
Automáticas.
Aguardamos a actualização deste elemento bem como dos solicitados na
mensagem anterior, encontrando-nos disponíveis para prestar os
esclarecimentos que considere necessários.
Com os melhores cumprimentos,
Montepio Direcção de Marketing e Novos Canais"
"Ou seja, segundo me estão a dizer, os senhores enganaram-se a pôr os
dados, pois eu nunca disse que era engenheiro civil. Não tinha motivos para
o fazer, pois nunca o fui e não estava a candidatar-me a um emprego como
engenheiro civil na vossa empresa quando aí abri uma conta.
Ora, porque os senhores se enganaram, agora exigem-me um certificado de
habilitações que certifique um grau que eu não tenho. Certo? Ou seja, vou à
secretaria de uma faculdade de engenharia (penso que já não posso ir à
Independente, porque parece que vai fechar) e peço-lhes que me passem um
certificado de habilitações em como não sou engenheiro civil. Estou certo
que devem ter lá um modelo para isso: Certificado de Habilitações de
Não-Engenheiro Civil. Depois, mando-lhes uma cópia e já posso provar ao
mundo que não sou engenheiro civil. Portanto, devo concluir que, de acordo
com o vosso entendimento, qualquer cidadão que abra conta no vosso banco é
engenheiro civil até prova em contrário...
Disse alguma coisa de errado até agora?
Não lhes passa pela cabeça que é um pouco kafkiano pedir a um cliente que
rectifique os vossos erros informáticos apresentando um certificado de não
habilitações que ateste que ele não é licenciado em engenharia civil?
Fico a aguardar o prazer de mais uma das vossas respostas, pois é um ponto
alto do meu dia verificar até que ponto pode ir a rigidez burocrática de
uma instituição. Peço-lhes ainda que não levem a mal eu estar a compilar
esta nossa interessante troca de mensagens num texto humorístico que espero
vir a publicar, tal é o despropósito de toda esta situação.
Com os meus estimados cumprimentos,
José Luís Mxxxxxxxx"
"Estimado Cliente, Sr. José Luís Mxxxxxxxx,
Agradecemos, desde já, o seu contacto.
No seguimento da sua mensagem, vimos informar que a situação que nos
reportou foi encaminhada para o departamento competente. Após obtermos uma
resposta, procederemos de imediato ao envio de uma mensagem.
Encontramo-nos disponíveis para prestar os esclarecimentos que considere
necessário.
Com os melhores cumprimentos,
Montepio
Direcção de Marketing e Novos Canais"
"Com a curiosidade que o momento requeria, fui consultar os meus dados,
para ver se já tinham sido devidamente rectificados. Deparei-me com a
seguinte pérola da titularite aguda que assola este país:
sexta-feira, maio 04, 2007
Autarcas, meus belos autarcas...

E que me dizem a esta carinha laroca?
Depois de casos e casos de controvérsia de eventuais fraudes, de nomeações vitalícias etc. na Câmara de Lisboa, agora o Carmona é constituído arguido num processo, que surpreendeu toda a gente, ahahahah, sim, porque os portugueses assim como eu, achamos que nenhum Presidente ou vereador de Câmaras nacionais são corruptos, eles zelam pelos interesses do município e dos munícipes como se da vida deles se tratasse, por vezes até colocam esses interesses à frente da própria família.
Tem sido uma cabala, o que fizeram a Avelino Ferreira Torres, à Fátima Felgueiras, ao Major Valentim e outros que tais. Lol
Eu relembro que esta gente (Autarcas) têm mais poder que o Presidente da Republica, ou mesmo o Primeiro-ministro.
Este país tem sido mesmo uma Republica das Bananas, já dizia o outro, em que se favorece este ou o outro por esta ou por aquela razão, e o sentimento é de impunidade.
Mas voltemos a Lisboa…
Resta saber quem é que passou a rasteira a quem, se foi o Marques Mendes (MM) que passou a rasteira ao Carmona, ou se foi o Carmona que passou ao MM. Ficará a dúvida.
O que é certo é que os vereadores estão em debandada e provavelmente o senhor da carinha laroca ficará sozinho e engaiolado, não sabemos.
Também não nos podemos esquecer, que ser arguido, não é sinónimo de culpado ou condenado, existe sempre o princípio de presunção de inocência. Este senhor até passou uma noite a ajudar os seus colaboradores a limpar a cidade dos cartazes, folhetos e prospectos espalhados pela cidade, colocados ilegalmente por variadíssimas colectividades ou empresas de espectáculos. É um braço de trabalho…isto sim!!! É um autarca… deixa a família em casa para limpar a porcaria que deixam pela cidade.
Vamos ver então o desenrolar da situação, e se vem por aí mais alguns caçados pela nossa defensora Maria José Morgado (MJM)…
MJM o pesadelo de todos os autarcas!!! Ou de muitos, pelo menos…
Vou deixar aqui um repto:
Se querem assustar o vosso autarca de estimação, gritem MJM!!!!! Ahahahaha
Adeus
Depois de casos e casos de controvérsia de eventuais fraudes, de nomeações vitalícias etc. na Câmara de Lisboa, agora o Carmona é constituído arguido num processo, que surpreendeu toda a gente, ahahahah, sim, porque os portugueses assim como eu, achamos que nenhum Presidente ou vereador de Câmaras nacionais são corruptos, eles zelam pelos interesses do município e dos munícipes como se da vida deles se tratasse, por vezes até colocam esses interesses à frente da própria família.
Tem sido uma cabala, o que fizeram a Avelino Ferreira Torres, à Fátima Felgueiras, ao Major Valentim e outros que tais. Lol
Eu relembro que esta gente (Autarcas) têm mais poder que o Presidente da Republica, ou mesmo o Primeiro-ministro.
Este país tem sido mesmo uma Republica das Bananas, já dizia o outro, em que se favorece este ou o outro por esta ou por aquela razão, e o sentimento é de impunidade.
Mas voltemos a Lisboa…
Resta saber quem é que passou a rasteira a quem, se foi o Marques Mendes (MM) que passou a rasteira ao Carmona, ou se foi o Carmona que passou ao MM. Ficará a dúvida.
O que é certo é que os vereadores estão em debandada e provavelmente o senhor da carinha laroca ficará sozinho e engaiolado, não sabemos.
Também não nos podemos esquecer, que ser arguido, não é sinónimo de culpado ou condenado, existe sempre o princípio de presunção de inocência. Este senhor até passou uma noite a ajudar os seus colaboradores a limpar a cidade dos cartazes, folhetos e prospectos espalhados pela cidade, colocados ilegalmente por variadíssimas colectividades ou empresas de espectáculos. É um braço de trabalho…isto sim!!! É um autarca… deixa a família em casa para limpar a porcaria que deixam pela cidade.
Vamos ver então o desenrolar da situação, e se vem por aí mais alguns caçados pela nossa defensora Maria José Morgado (MJM)…
MJM o pesadelo de todos os autarcas!!! Ou de muitos, pelo menos…
Vou deixar aqui um repto:
Se querem assustar o vosso autarca de estimação, gritem MJM!!!!! Ahahahaha
Adeus
quinta-feira, abril 05, 2007
As tretas do nosso 1º
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